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  VICE-PRESIDENTE DO SINTRAHTUR PARTICIPA DO FÓRUM SOCIAL MUNDIAL NA ÁFRICA  
     
  Abgail Pereira  
     
 
Um outro mundo é possível é o lema do Fórum Social Mundial, que em sua 7a. edição foi realizado no Quênia, na África, de 20 a 25 de janeiro de 2007. O Fórum Social Mundial é um espaço de debate democrático de idéias, aprofundamento da reflexão, formulação de propostas, troca de experiências e articulação de movimentos sociais, sindicais, redes, ONGs e outras organizações da sociedade civil que se opõem ao neoliberalismo e ao domínio do mundo pelo capital e por qualquer forma de imperialismo.
 
     
 
Abgail Pereira, Vice-Presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio Hoteleiro, Restaurantes, Bares e Similares e em Turismo e Hospitalidade de Caxias do Sul e Vice-Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços – CONTRACS/CUT participou do Fórum representando os trabalhadores do ramo de comércio e serviços da CUT de todo o Brasil, por meio da CONTRACS.
 
     
  Trabalhadores criam rede global para avançar a
luta contra a opressão
 
     
 
De acordo com a dirigente do SINTRAHTUR, um dos destaques das discussões da 7ª edição do Fórum Social Mundial foi a criação da Rede Global do Trabalho.
 
     
 
A Rede é fruto de decisão da assembléia geral de entidades sindicais, em que participaram as principais centrais e organizações sindicais mundiais.
 
     
 
Abgail Pereira refere que a Rede deverá ser uma importante ferramenta para  fazer frente aos desafios dos trabalhadores e fortalecer o sindicalismo de luta contra  todas as formas de opressão do capital.
 
     
 
No final da Assembléia foram aprovadas propostas que constaram de documento entregue aos organizadores do Fórum Social Mundial, para que sejam priorizadas as questões do trabalho. As entidades posicionaram-se com muita ênfase contra as mazelas do neoliberalismo, que reserva aos trabalhadores o desemprego, os baixos salários, a flexibilização de direitos  e precarização  das condições de vida e trabalho.
 
     
 

Ainda segundo Abgail,  as discussões sobre o trabalho estavam sendo secundarizadas no Fórum: “É preciso dar mais visibilidade e centralidade para as questões relacionadas ao trabalho, para alcançarmos o objetivo de combater o neoliberalismo. Os movimentos sociais e a sociedade em geral precisam  se conscientizar que a complexidade desta luta  exige ações cada vez mais globais e unificadas.”

 
     
     
 

 

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: Sindicato dos Empregados em Empresas de Refeições Coletivas.

 

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