Cadastro | Página Inicial    

 
 Sindicato
 Sindicato
 Diretoria
 Sede Campestre
 Opinião
 Associe-se
 Serviços
 Atendimento Médico
 Convênios
 Assistência Jurídica
 Informações  Trabalhistas
 Guia de Contribuições
 Dissídios
 Comércio Hoteleiro
 Condomínios
 Empresas de Turismo
 Entidades
 Lavanderias
 Salões de Beleza
 Acordos Entidades
 Contatos
 Diretoria
 Administração
 Serviços
 Notícias Anteriores
Veja Todas
 NOTÍCIAS
 
     
  SINTRAHTUR PRESENTE NO 2º CONGRESSO DA CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL  
 

Realizado no Anhembi, em São Paulo, o 2º Congresso da CTB reuniu mais de 1.400 dirigentes sindicais, representando diversas categorias profissionais de vários estados brasileiros. Fundada em 2007,  a CTB foi a central que mais cresceu no Brasil. Hoje, ocupa o quarto lugar no ranking das centrais que mais têm sindicatos filiados. A CTB conta com 600 entidades filiadas, de setores estratégicos: marítimos, metalúrgicos, campo, comerciários, entre outros. Entre elas, seis Federações de Trabalhadores Rurais, incluindo as mais representativas (de Minas, Bahia e Rio Grande do Sul).  Em conjunto, as entidades somam sete milhões de trabalhadores e trabalhadoras em suas bases. A Central está organizada em 26 estados brasileiros e no Distrito Federal.
O SINTRAHTUR participou da fundação da CTB e também esteve presente neste 2º Congresso, através de seu presidente, Jair Ubirajara da Silva e dos diretores Otávio Suckow e Abgail Pereira, Secretária da Mulher da Central reeleita para mais um mandato.
Na avaliação dos delegados, o congresso foi altamente positivo, tanto pela representatividade como pelos posicionamentos em relação às principais lutas da atualidade que estão diretamente ligadas aos interesses dos trabalhadores, endossando as palavras do presidente eleito da Central, Wagner Gomes: “Vamos continuar com nossa luta pelo fim do fator previdenciário, contra o acordão da Previdência. Vamos continuar com nossa luta pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários. O movimento sindical está ameaçado. A CTB defende a unicidade, defende a contribuição sindical, o respeito os dirigentes e a estabilidade sindical. Querem pulverizar os sindicatos com a pluralidade sindical. Não podemos aceitar isso, não queremos o enfraquecimento da luta da classe trabalhadora. A CTB nos estimula, nos apaixona e nos dá força para continuar na construção e consolidação de uma grande central do continente.”
 



No final do Congresso foi eleita a nova direção da Central, para um período de quatro anos, além de ter sido aprovada a
Declaração Política da Central, contendo as plataformas de luta imediatas e estratégicas. Confira a íntegra da Declaração:

A crise econômica mundial evidencia os limites do capitalismo e o fracasso das políticas neoliberais em todo o mundo. Ao lado dos seus efeitos negativos, a crise também pode abrir oportunidades para o movimento sindical. Realça, em primeiro lugar, a necessidade de lutar por novos modelos de desenvolvimento e defender com energia a soberania das nações e, em especial, os interesses e direitos da classe trabalhadora, duramente castigada pelas demissões em massa, precarização e arrocho dos salários.



No Brasil, em processo de recuperação econômica, e em muitos países da América Latina vivemos um novo e promissor cenário geopolítico, caracterizado pela crescente contestação (em diferentes graus) das políticas neoliberais e da hegemonia dos EUA. Frente a esta conjuntura, a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) julga oportuno levantar as seguintes bandeiras:
Unidade – Consolidar e ampliar a unidade de todas as centrais e organizações sindicais é o caminho para elevar o protagonismo da classe trabalhadora nas lutas políticas nacionais.
Conclat -  Para coroar o processo de unidade que já está em curso a CTB propõe a realização de uma nova Conclat - Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, reunindo milhares de sindicalistas de todas as centrais e entidades sindicais, independentemente das posições políticas e ideológicas, sem discriminações. A Conclat vai elevar a um novo patamar o nível de intervenção e influência do sindicalismo e da classe trabalhadora na vida nacional.

Desenvolvimento com valorização do trabalho. Na pauta do Conclat é preciso incluir o debate e a defesa de um novo projeto de nação, oposto ao neoliberalismo e fundado na soberania e valorização do trabalho. Devemos lutar por um processo de desenvolvimento cujo objeto e objetivo é o ser humano e não o capital, uma sociedade onde a produção seja destinada a satisfazer as necessidades do povo e não a ganância capitalista.  Queremos crescimento com justiça social, pleno emprego, distribuição mais justa da renda, respeito ao meio ambiente, igualdade entre homens e mulheres, negros e brancos, jovens e idosos. Apoiamos o Projeto de Desenvolvimento Rural Alternativo Solidário e Sustentável proposto pela Contag,
Plataforma unificada para 2010 - O pleito de 2010 será decisivo na definição dos rumos da nação nos próximos anos, O sindicalismo não pode ficar indiferente, pois estará em questão a continuidade e o aprofundamento do ciclo de mudanças iniciado em 2002 ou o retrocesso neoliberal. É aconselhável a intervenção unitária das centrais sindicais neste processo. A CTB propõe a construção de uma plataforma unificada da classe trabalhadora para 2010.
Integração solidária -  A libertação nacional e social dos países latino-americanos passa pelo avanço do processo de integração política e econômico da América Latina. O movimento sindical precisa intervir com o propósito de apoiar o processo de integração, interligar as lutas sociais na região e conferir à união um caráter social mais avançado. É necessário dar consequência prática às resoluções do II Encontro Sindical Nossa América, que reuniu lideranças de 21 países do continente nos dias 22 a 24 de setembro em São Paulo.
Defesa da Democracia e da Paz -  A reação oposta pelas forças conservadores e de direita às mudanças, em cumplicidade com o imperialismo, exige uma defesa enérgica da democracia. A CTB repudia os golpistas de Honduras, manifesta sua solidariedade ao povo hondurenho e defende a imediata recondução de Manuel Zelaya à Presidência daquele país. Também levanta a bandeira da Paz, a luta pelo fim das bases militares dos EUA na Colômbia, no continente americano e em todo o mundo, pela desativação definitiva da 4ª Frota. O capitalismo é um sistema em crise, esgotado historicamente, que já não oferece alternativa de progresso e bem estar aos povos. O sindicalismo classista deve intensificar a propaganda em defesa do socialismo como saída para os dilemas políticos, econômicos, energéticos, sociais e ambientais que desafiam a humanidade.

A CTB deve se empenhar pelo sucesso da VI Marcha da Classe Trabalhadora, que levantará em primeiro plano a bandeira da redução da jornada sem redução de salários e deve reunir dezenas de milhares de pessoas em Brasília.
O petróleo tem que ser nosso. Por um novo marco regulatório petrolífero no país subordinado e integrado a um projeto nacional de desenvolvimento. Os lucros do pré-sal devem ser apropriados pelo Estado e distribuídos em benefício do povo brasileiro.
Marcha pela reforma agrária em Brasília. A CTB defende a organização de uma grande manifestação em Brasília pela efetivação da reforma agrária e por um Projeto de Desenvolvimento Rural Alternativo solidário e sustentável, em conjunto com a Contag.
Também estão inscritas na agenda da CTB para o próximo período a luta pelo fim do fator previdenciário; a defesa da unicidade sindical e o combate sem tréguas ao divisionismo; pelo fim da portaria 186 do Ministério do Trabalho; contra a criminalização dos movimentos sociais; pela criação e institucionalização dos comitês sindicais de base; pela universalização dos serviços públicos e dos benefícios previdenciários; a defesa do direito irrestrito de greve; proibição das demissões em massa; ratificação das convenções 158 e 151 da OIT; a luta por mudanças na política econômica, pelo fim do superávit primário, redução dos juros e do spread bancário, controle do câmbio e do fluxo de capitais, taxação das remessas de lucros e dividendos; mais investimentos públicos e maior intervenção do Estado na economia; defesa de uma reforma tributária progressiva, que desonere o trabalho e onere o capital financeiro; reforma educacional progressista; reforma política democrática; reforma urbana; democratização dos meios de comunicação. As bandeiras da valorização do trabalho são bandeiras do desenvolvimento com igualdade, justiça social e democracia.

 

Confira as imagens do Congresso:

 
 
Mesa de Abertura do Congresso
 

Vagner Gomes – Presidente  reeleito da CTB
 

 

 
Presidente do SINDIREF, Luisa dos Santos Ramos, com sindicalistas do Congo
 
     
 
Presidente do Sintrahtur, Jair Silva e diretor Otávio Suckow, com Delegação do Congo (ao centro)
 
     
 
Presidente e diretor do SINTRAHTUR com presidente de Sindicato dos Metalúrgicos do Japão
 
     
 
Abgail Pereira, vice-presidente do Sintrahtur, reeleita Secretária da Mulher da CTB.
 

Delegação Estrangeira no Congresso
     
 
 
 
Salário Mínimo.
-----------------------
Salário Família
-----------------------
Seguro Desemprego
-----------------------
Índices de Inflação
----------------------- Cep on-line
----------------------- Carta on-line    

 

: Sindicato dos Empregados em Empresas de Refeições Coletivas.

 

Digite sua cidade:

Desenvolvido: